Pico do Areeiro Pico Ruivo reabertura abril de 2026

Madeira · Caminhadas e Natureza

A partir de janeiro, todas as 42 trilhas oficiais da Madeira exigirão inscrição prévia, horários limitados a 30 minutos e acesso pago para os visitantes. Os caminhantes independentes pagarão a partir de € 4,5 por trilha, os visitantes guiados por operadores protocolares pagarão € 3, e a rota Pico do Areeiro-Pico Ruivo, que será reaberta em abril, será a mais cara.

📷 Além da Madeira · Pico do Areeiro

O Governo Regional está a introduzir uma nova forma de gerir os trilhos oficiais da Madeira: reservas obrigatórias, limites de capacidade em intervalos de 30 minutos e seis zonas especiais de «parque» nas áreas naturais mais visitadas, incluindo o Pico do Areeiro, a Ponta de São Lourenço, o Rabaçal e o Fanal. As taxas de acesso estão agora confirmadas entre 3 e 4,5 euros na maioria dos percursos, com preços mais elevados no Pico do Areeiro-Pico Ruivo, assim que reabrir.

O que os caminhantes e visitantes precisam de saber:
  • 42 trilhas oficiais exigirão reserva antecipada e um horário específico de 30 minutos.
  • Visitantes independentes e operadores não protocolares pagam a partir de €4,5 por pessoa, por trilha.
  • Os caminhantes guiados por operadores RNAVT/RNAAT que possuem um protocolo IFCN pagam um valor reduzido de €3 por pessoa.
  • Os residentes da Madeira registados no SIMplifica têm acesso gratuito, mas devem marcar uma vaga.
  • Após a reabertura em abril de 2026, o Pico do Areeiro–Pico Ruivo custará 7 € para os operadores protocolares e 10,5 € para o público em geral.
Novo modelo a partir de janeiro

Todas as trilhas oficiais exigirão reservas e horários específicos.

A partir de janeiro, todas as 42 trilhas recomendadas na Madeira só poderão ser acessadas com uma reserva online e um horário confirmado. As entradas são organizadas em blocos de 30 minutos, com um número máximo de pessoas permitido por horário para evitar aglomerações em horários específicos.

O acesso agora é pago para a maioria dos visitantes, com uma taxa mínima de €3 ou €4,5 por pessoa, dependendo da forma de reserva (visita guiada com operador protocolar ou visita independente). Os residentes da Madeira registados no portal SIMplifica continuam isentos do pagamento, mas ainda assim devem reservar um horário.

Capacidade de carga

O número máximo de caminhantes por trilho baseia-se em estudos do Observatório do Turismo da Universidade da Madeira, que analisou a capacidade de carga, a segurança e o impacto ambiental em conjunto com a IFCN.

Distribuir os visitantes ao longo do dia

De acordo com o Governo Regional, os números diários globais estavam dentro dos limites recomendados, mas a aglomeração nas horas de pico estava prejudicando tanto a experiência quanto o território. O novo sistema visa distribuir as visitas de maneira mais uniforme entre o nascer e o pôr do sol.

O trilho de cumeada mais famoso da Madeira

Pico do Areeiro–Pico Ruivo: reabertura em abril como a rota mais cara

O lendário trilho Pico do Areeiro–Pico Ruivo, que liga dois dos picos mais altos da Madeira, deverá reabrir em abril de 2026. Dentro do novo sistema, será o mais caro dos 42 percursos recomendados.

Após a reabertura, os preços de acesso serão:

  • 7 € por pessoa para visitantes que façam caminhadas com operadores RNAVT/RNAAT que tenham um protocolo com a IFCN;
  • 10,5 € por pessoa para o público em geral e para operadores sem protocolo.

Até à reabertura do PR1, aplicam-se os valores padrão das outras trilhas classificadas (ou seja, €3 com operadores de protocolo e €4,5 para visitantes independentes).

Esses valores ainda podem ser ajustados em regulamentos futuros, mas já estão definidos na tabela oficial de preços da IFCN para 2026.

Seis zonas especiais do parque

Novos «parques» nas áreas naturais mais populares

A par do sistema de reservas, o Governo Regional criará seis zonas especiais ligadas aos locais naturais mais visitados da ilha. Cada uma será gerida como um pequeno parque, com regras próprias e limites de capacidade:

  • Pico do Areeiro
  • Ribeiro Frio
  • Queimadas
  • Ponta de São Lourenço
  • Fanal
  • Rabaçal

Essas áreas terão entradas controladas, gestão de estacionamento dedicada e regras mais claras para os tipos de atividades permitidas. O estacionamento também será reorganizado numa segunda fase, com os carros provavelmente removidos dos locais mais sensíveis.

Não há muitas pessoas – há muitos carros

O Governo salienta que a questão principal não é o «excesso de caminhantes», mas sim o excesso de carros nos inícios dos trilhos. Pode ser dada prioridade a operadores licenciados que transportam mais pessoas por veículo em comparação com visitantes individuais em carros particulares.

Como funcionará na prática

Reservas, pagamentos e execução

O acesso às trilhas é gerenciado através do portal SIMplifica, um aplicativo móvel e um site atualizado do Instituto das Florestas e Conservação da Natureza (IFCN). Os caminhantes escolhem uma trilha, selecionam um horário disponível e pagam online quando necessário.

Na fase de transição, os visitantes que chegarem a uma trilha sem reserva encontrarão funcionários no local com terminais de pagamento. Se ainda houver vagas disponíveis para aquele horário específico, eles poderão prosseguir com a caminhada após se registrarem e pagarem no local.

Multas e penalidades

Além dos pontos de entrada controlados, haverá patrulhas ao longo das trilhas e serão aplicadas multas àqueles que entrarem sem uma reserva válida ou que ignorarem as novas regras.

Mais pessoal no terreno

O Governo está a reforçar as equipas no terreno e poderá subcontratar apoio adicional para manutenção, assistência aos visitantes, monitorização e segurança, quando necessário.

Residentes e visitantes

Quem paga o quê: residentes, caminhantes guiados e visitantes independentes

Estudos de campo sugerem que menos de 2% dos residentes locais utilizam regularmente as trilhas recomendadas. Mesmo assim, os residentes da Madeira que se cadastrarem no portal SIMplifica poderão continuar a desfrutar dessas rotas sem pagar nenhuma taxa de acesso — mas ainda assim deverão respeitar os limites de capacidade e reservar horários com antecedência.

Para os visitantes, o modelo confirmado para 2026 é:

  • 3 € por pessoa – para hóspedes que caminhem com operadores RNAVT/RNAAT que tenham um protocolo com a IFCN.
  • 4,5 € por pessoa – para o público em geral e para operadores sem protocolo.
  • 7 € / 10,5 € – preços especiais para o PR1 Pico do Areeiro–Pico Ruivo após a sua reabertura (protocolo vs. não protocolo).

Esses valores são cobrados além de quaisquer taxas de guia ou transporte que você paga às operadoras de turismo. De acordo com as autoridades, a receita proveniente do acesso pago será reinvestida na manutenção das trilhas, conservação, informação, sistemas de reserva e fiscalização.

Além da ponta da Madeira

Planejar a caminhada Pico do Areeiro–Pico Ruivo após abril

Se está a planear visitar a Madeira em 2026 e quer incluir a caminhada pela crista Pico do Areeiro–Pico Ruivo, vale a pena ter em mente algumas coisas:

  • Reserve o seu lugar o mais cedo possível, especialmente para o nascer do sol, fins de semana e época alta.
  • Considere começar de manhã cedo ou no final da tarde para evitar os horários de maior movimento.
  • Verifique sempre a previsão do tempo, os alertas oficiais e as webcams ao vivo antes de dirigir até o Pico do Areeiro.
  • Se não quiser conduzir, procure excursões em pequenos grupos com recolha no Funchal que já incluem a taxa do trilho.

Continuaremos a atualizar esta página à medida que a IFCN publicar mais detalhes operacionais ou ajustar capacidades e preços.

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Informação baseada em declarações públicas e reportagens do Diário de Notícias da Madeira e do Jornal da Madeira (dezembro de 2025). Detalhes como capacidades e mecanismos de aplicação ainda podem evoluir à medida que o sistema for implementado.

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