Como moradores locais desta ilha, foi realmente difícil decidir o que recomendar para apenas três dias na Madeira. Não porque não haja o que fazer, mas porque há coisas demais para fazer.
A Madeira concentra uma variedade absurda em 740 quilómetros quadrados. Florestas antigas que crescem há mais de 600 anos. Falésias com 589 metros de altura que caem diretamente no Atlântico. Piscinas vulcânicas esculpidas por fluxos de lava. Picos montanhosos onde se pode ficar acima das nuvens a observar o nascer do sol. E isso sem contar com a cultura, a gastronomia, as tradições e os trilhos levada escondidos que só os locais conhecem.
Então, eis o que fizemos: criámos um itinerário flexível e realista de 3 dias que equilibra as experiências mais emblemáticas da Madeira com algum espaço para respirar. Não terá de correr de um miradouro para outro nem se preocupar em perder alguma coisa. Em vez disso, verá os pontos altos, aproveitará os momentos e partirá com vontade de voltar — o que, honestamente, é exatamente como deve ser.
Ideal para: Visitantes de primeira viagem, casais, pequenos grupos, qualquer pessoa que queira conhecer os destaques da Madeira sem pressa. Tudo aqui é opcional e adaptável — escolha o que mais lhe interessa.
Dia 1: Funchal — Cultura, teleféricos e tradições com 150 anos
A maioria dos visitantes chega ao Funchal, passa algumas horas perto do terminal de cruzeiros e depois corre para as montanhas. Eles perdem o essencial. O Funchal não é apenas a capital da Madeira — é onde reside a personalidade da ilha. Arte urbana colorida cobre edifícios inteiros na cidade velha. Os vendedores do mercado vendem maracujás mais doces do que qualquer outro que já provou. Os teleféricos sobem encostas incrivelmente íngremes até jardins botânicos que parecem flutuar sobre o Atlântico.
E depois há o passeio de tobogã — uma tradição com 150 anos, em que dois condutores com chapéus de palha conduzem literalmente numa cesta de vime pelas ruas íngremes de calçada. Parece turístico (porque é), mas também é genuinamente emocionante e único na Madeira. Só não planeie isto para um domingo — eles não funcionam.
Itinerário de dia inteiro em Funchal
- 9h — Mercado dos Lavradores Comece onde os locais fazem as suas compras — mas com uma ressalva. Este é um mercadode agricultores genuíno, que existe desde 1940, com bancas repletas de frutas exóticas (maracujá, monstera deliciosa, pinha), flores frescas e peixe fresco do dia. Aqui vai uma dica: se visitar numa sexta-feira, verá muito mais agricultores locais a vender os seus próprios produtos a preços honestos. No resto da semana, menos vendedores significa preços mais altos voltados para turistas. Se vir bancas de frutas fora do mercado em outros locais do Funchal, pergunte sempre o preço primeiro — alguns vendedores aproveitam-se dos turistas. Mas quando encontrar as bancas certas, a qualidade é incrível.
- 10h30 — Explore a zona velha do Funchal (Zona Velha) Passeie pelas ruas estreitas de calçada, ladeadas por portas pintadas — cada uma delas uma pequena obra de arte urbana. Todo o bairro é uma galeria a céu aberto. Faça uma paragem na Sé Catedral (a catedral do século XVI do Funchal, com um impressionante teto de madeira esculpida), visite os cafés locais e mergulhe na atmosfera descontraída portuguesa. Esta área tem um ambiente genuinamente local, não fabricado para as multidões dos cruzeiros.
- 12h30 — Almoço na Cidade Velha ou na Marina Há muitos locais informais que servem pratos tradicionais da Madeira: espetada (espetadas de carne em pau de louro), bolo do caco (pão de alho feito em fornos de pedra vulcânica), lapas (lapas grelhadas). Não pense muito — a maioria dos locais perto da cidade velha são bons. Consulte o nosso guia Comer e Beber para conhecer os locais favoritos selecionados.
- 13h30 — Parque de Santa Catarina (opcional) Se tiver tempo antes do teleférico, dê um passeio por este parque tranquilo com vista para o porto. Palmeiras, vista para o mar, moradores locais a jogar xadrez, crianças a alimentar cisnes. É uma boa pausa antes da aventura da tarde.
- 14h30 — Teleférico do Funchal para o Monte É aqui que o dia se torna espetacular. O teleférico sobe 560 metros em 15 minutos, oferecendo vistas panorâmicas sobre o Funchal, o porto e a costa atlântica. À medida que sobe, a cidade fica cada vez mais pequena e as montanhas abrem-se à sua frente. Vale cada euro.
🚡 Preços do teleférico Funchal → Monte
Bilhetes válidos por 30 dias após a compra (compre online para obter o desconto «Web»)
Ida:
- Adulto: €14,50
- Criança (7–14 anos): €7,25
- Crianças até aos 6 anos: Grátis
Devolução:
- Adulto: €20,00
- Criança (7–14 anos): €10,00
- Crianças até aos 6 anos: Grátis
- 15h00 — Jardim Tropical Monte Palace Um dos mais belos jardins da Madeira — e isso é dizer muito numa ilha coberta de flores. Design de inspiração oriental, plantas exóticas de todo o mundo, caminhos serenos, lagos com carpas, painéis de azulejos que contam a história de Portugal. Reserve pelo menos uma hora para visitar este local. É tranquilo, bonito e muito menos movimentado do que se poderia esperar. Nota: recomenda-se a última entrada por volta das 17:00, pois o jardim fecha às 18:00.
🌿 Jardim Tropical Monte Palace
Horário de funcionamento: 09:00 – 18:00 (recomenda-se a última entrada às 17:00)
Preços:
- Adulto: €15,00
- Crianças até aos 14 anos: Grátis
- 16h30 — Descida de tobogã até Livramento Este é o momento de que todos falam. A famosa descida de tobogã do Monte é uma tradição de 150 anos que parece absurda no papel: dois condutores («carreiros») com uniformes brancos e chapéus de palha empurram e conduzem um tobogã de vime por 2 km de ruas íngremes e sinuosas, enquanto você se senta dentro dele e se segura. É parte montanha-russa, parte experiência cultural, parte caos controlado. Emocionante, fotogénico e genuinamente divertido. Importante: os tobogãs não funcionam aos domingos nem no dia 25 de dezembro, e a última descida é geralmente por volta das 17h15–17h30, então planeie o seu tempo de acordo.
🛷 Tobogã — Carreiros do Monte
Horário de funcionamento: 09:00 – 18:00 (segunda a sábado) | Fechado aos domingos e 25 de dezembro
Última descida: Por volta das 17h15–17h30
Preços por tobogã:
- 1 pessoa: €27,50
- 2 pessoas: €35,00
- 3 pessoas: €52,50
Nota: Os bilhetes só podem ser comprados no local, não é possível fazer reservas antecipadas.
Alternativas para a tarde (todas encerram por volta das 17h00–18h00)
Como a maioria das atrações fecha entre 17h e 18h, aqui estão algumas opções flexíveis para a tarde que você pode combinar de acordo com seus interesses e horário:
Dia 2: Madeira Ocidental — 589 metros acima do Atlântico e florestas com 600 anos
Se o primeiro dia foi dedicado à cultura, o segundo dia é dedicado ao drama natural em estado bruto. É no oeste que a Madeira deixa de ser educada e começa a exibir-se. Irá ficar em pé na falésia mais alta da Europa (589 metros de altura até às ondas que se quebram), conduzir por antigas florestas de louros que crescem há mais de 600 anos, nadar em piscinas naturais de rocha vulcânica esculpidas pelo Atlântico e observar cascatas a cair por falésias costeiras verticais.
É visualmente impressionante da melhor maneira possível. E quer alugue um carro ou participe numa visita guiada, o Oeste proporciona momentos que ficarão na sua memória muito depois de deixar a Madeira.
Destaques da Madeira Ocidental (Rota Flexível)
Nota: Esta é uma rota sugerida com várias opções. Nem todos verão tudo — alguns viajantes dão prioridade a nadar e relaxar em Porto Moniz, outros preferem fazer caminhadas em 25 Fontes. Escolha o que mais lhe interessa e não se preocupe em fazer tudo.
- Manhã: Câmara de Lobos — Aldeia piscatória tradicional A sua primeira paragem a oeste do Funchal é esta colorida aldeia piscatória onde Winston Churchill pintou o porto (há uma placa a assinalar o local). Barcos pintados com cores vivas balançam no pequeno porto, os habitantes locais ainda pescam usando métodos tradicionais e todo o local transmite uma sensação autênticamente portuguesa. Pare para tomar uma poncha (cocktail local à base de rum de cana-de-açúcar) num dos bares à beira-mar, se quiser viver a experiência completa.
- Cabo Girão — O penhasco mais alto da Europa (589 m) Então chega-se ao Cabo Girão. A maioria das fontes diz «580 metros», mas na verdade tem 589 metros — o penhasco mais alto da Europa. A plataforma de vidro se projeta para além da borda e, ao olhar diretamente para baixo através do vidro, para onde as ondas quebram contra as rochas vulcânicas centenas de metros abaixo, é realmente de dar vertigem. Em dias claros, é possível ver vinhedos em socalcos agarrados a encostas impossíveis abaixo do penhasco, ainda cultivados por moradores locais que acessam-nos através de teleférico. É dramático, bonito e um pouco assustador — tudo o que um mirante deve ser.
- Miradouro da Ribeira Brava Paragem rápida para vistas panorâmicas sobre o vale e a cidade costeira da Ribeira Brava. Local bonito para fotos, especialmente a meio da manhã, quando a luz incide sobre as montanhas.
- Serra de Água — Paragem opcional para poncha Se quiser fazer uma pausa tradicional para tomar uma poncha, Serra de Água é uma pequena aldeia nas montanhas com alguns bares locais. É onde os habitantes locais param para tomar uma bebida rápida e conversar — autêntico, sem pressa e genuinamente encantador. Completamente opcional, mas uma pausa cultural agradável se não estiver com pressa.
- São Vicente — Opção para almoço Siga em direção a São Vicente, uma cidade costeira onde pode parar para almoçar. Vários restaurantes servem peixe fresco, espetada tradicional e pratos locais. Se não almoçar aqui, pode comer mais tarde no Seixal ou no Porto Moniz. Consulte o nosso guia Comer e Beber para recomendações específicas em cada área.
- Cachoeira Véu da Noiva — “Véu da Noiva” Uma cachoeira que desce pelas falésias costeiras diretamente para o oceano. “Véu da Noiva” significa “Véu da Noiva” em português, nomeada assim devido à forma como a água jorra e flui como um tecido delicado. Há um mirante à beira da estrada — fácil de passar despercebido se não estiver atento, mas vale a pena parar por 2 minutos.
- Praia do Seixal — Areia preta premiada Uma paragem rápida, mas impressionante. O Seixal é uma pequena praia de areia preta emoldurada por falésias dramáticas e ondas do Atlântico. Em 2022, foi eleita a terceira melhor praia da Europa — nada mal para uma costa vulcânica numa ilha montanhosa. A areia fica escaldante no verão, mas as vistas e o contraste da areia preta com as falésias verdes e a água azul fazem com que valha a pena parar. Também pode almoçar aqui, se ainda não tiver comido.
- Porto Moniz — Piscinas vulcânicas A esta altura, já merece um mergulho. Porto Moniz é famosa em todo o país pelas suas piscinas vulcânicas naturais — formações rochosas esculpidas por fluxos de lava e preenchidas pelas ondas do Atlântico. A água é cristalina, refrescante e o cenário (nadar em piscinas naturais com ondas a rebentar a poucos metros de distância) é inesquecível. Existem instalações, salva-vidas e uma pequena taxa de entrada (cerca de 3 €). Traga um fato de banho — vai arrepender-se se não o fizer. Se ainda não almoçou, Porto Moniz tem vários restaurantes com vista para o mar.
- Floresta do Fanal — Loureiros com 600 anos Depois de Porto Moniz, a paisagem muda completamente. Subimos as montanhas e, de repente, estamos no Fanal — um dos locais mais surreais e sobrenaturais da ilha. Loureiros antigos, alguns com mais de 600 anos, contorcem-se em formas impossíveis. Em dias de neblina (o que é frequente), o vapor envolve os troncos retorcidos e toda a floresta parece saída de um conto de fadas. Esta floresta faz parte da Laurissilva, Património Mundial da UNESCO desde 1999 — uma das maiores florestas de louros sobreviventes no mundo. É assombrosamente bela e um dos locais mais fotografados da Madeira, por boas razões.
- Ponta do Sol — Opção para o pôr do sol No caminho de volta para o Funchal, considere parar na Ponta do Sol para ver o pôr do sol. Esta vila costeira voltada para o oeste oferece uma bela luz dourada sobre o Atlântico. Existem alguns cafés e bares onde pode ver o sol mergulhar no oceano — uma maneira tranquila de terminar o dia.
Se gosta de cascatas e não se importa de fazer uma caminhada mais longa, pode adicionar esta caminhada de 10 km (ida e volta) pela levada ao seu dia no oeste — mas isso significa que terá de saltar algumas outras paragens. 25 riachos caem por uma falésia coberta de musgo até uma lagoa turquesa — um dos locais mais bonitos da Madeira. Dificuldade moderada, reserve 3 a 4 horas. Realisticamente, não dá para fazer tudo num só dia — por isso, se escolher esta caminhada, talvez tenha de deixar de lado o Fanal ou a Ponta do Sol. Pergunte ao seu guia turístico ou planeie o seu próprio percurso com base nas suas prioridades.
Dia 3: Madeira Oriental — Nascer do sol acima das nuvens e onde Star Wars foi filmado
Se o oeste é sinónimo de variedade, o leste é sinónimo de altitude e drama. É aqui que a Madeira alcança o céu — literalmente. Irá de carro até ao Pico do Arieiro (1818 m), o terceiro pico mais alto da Madeira, para ver o nascer do sol acima de um mar de nuvens. Irá caminhar por penínsulas vulcânicas onde Star Wars filmou paisagens de outro mundo. Irá ver casas tradicionais triangulares que parecem ter saído de um conto de fadas.
O leste é visualmente impressionante, emocionalmente intenso e proporciona alguns dos momentos mais emblemáticos da ilha. Basta verificar o tempo — esses picos montanhosos são temperamentais, e o céu limpo faz toda a diferença.
Destaques da Madeira Oriental (Rota Flexível)
Nota: Tal como no Ocidente, este é um itinerário flexível. Alguns viajantes dão prioridade ao nascer do sol e aos miradouros nas montanhas, outros preferem caminhadas pela costa. Oferecemos-lhe todas as opções — escolha o que mais lhe agrada.
- De manhã cedo: Pico do Arieiro (1.818 m) — Nascer do sol acima das nuvens Se estiver disposto a acordar cedo (por volta das 5h30, dependendo da estação), o Pico do Arieiro ao nascer do sol é uma das experiências mais espetaculares da ilha. Suba as estradas sinuosas da montanha na escuridão e observe o sol nascer sobre um mar de nuvens que se estende até ao horizonte. Os picos das montanhas vizinhas sobressaem como ilhas. A luz muda de rosa para dourado e depois para laranja intenso. Está frio, está ventoso, mas vale absolutamente a pena. Dica profissional: se chegar cedo o suficiente, pode ver o nascer do sol do miradouro Ninho da Manta (um pouco mais acima na estrada). Mesmo que não veja o nascer do sol, o Pico do Arieiro num dia claro oferece algumas das melhores vistas da Madeira — em dias excepcionais, pode ver a ilha do Porto Santo a 40 km de distância.
- Ribeiro Frio e Miradouro dos Balcões (30 minutos a pé) Depois de descer dos picos, pare em Ribeiro Frio, uma aldeia com uma piscicultura de trutas rodeada por uma floresta de loureiros. Aqui poderá tomar o pequeno-almoço num café local. A partir de Ribeiro Frio, uma curta caminhada de 30 minutos (1,5 km) leva-o ao miradouro de Balcões. O trilho segue uma levada por entre árvores antigas, e o miradouro oferece vistas panorâmicas sobre o vale em direção aos picos centrais. É uma forma fácil e acessível de experimentar as caminhadas pelas levadas da Madeira sem ter de se comprometer com uma caminhada de um dia inteiro.
- Miradouro doGuindaste Miradouro deslumbrante sobre a costa nordeste, com vistas espetaculares das montanhas e do oceano. Paragem rápida, fotos incríveis.
- Santana — Casas Triangulares Tradicionais As casas mais fotografadas da Madeira estão em Santana — casas triangulares com telhados de colmo pintadas com cores vivas (vermelho, azul, branco). Estas «casas típicas» eram as habitações tradicionais das famílias locais, concebidas com telhados inclinados para suportar as fortes chuvas da montanha. Hoje, a maioria está preservada para o turismo (há até um parque temático que mostra a vida tradicional madeirense), mas são icónicas, fotogénicas e fazem parte da identidade cultural da ilha. Faça uma paragem rápida, tire muitas fotos e depois almoce em Santana, se ainda não tiver comido. Consulte o nosso mapa Comer e Beber para recomendações de restaurantes.
- Parque Florestal de Queimadas (opcional) Se ainda tiver tempo e energia, pare em Queimadas — um belo parque florestal com casas tradicionais de colmo e ponto de partida para a caminhada pela levada do Caldeirão Verde. Pode explorar a área do parque sem fazer a caminhada completa ou, se estiver disposto, enfrentar a trilha de 13 km (ida e volta) até a cachoeira Caldeirão Verde. Realisticamente, isso só funciona se você pular algumas paradas anteriores — a caminhada completa leva de 3 a 4 horas e tem dificuldade moderada.
13 km de ida e volta pela floresta de louros até uma deslumbrante cascata de 100 m que desagua numa lagoa esmeralda. Dificuldade moderada, começa perto de Santana. Se quiser fazer esta caminhada, terá de saltar alguns miradouros ou Ponta de São Lourenço para ter tempo suficiente. Escolha com base nas suas prioridades — alguns viajantes preferem cascatas, outros preferem o drama costeiro.
- Porto da Cruz — Aldeia Costeira e Destilaria de Rum Situada na costa, Porto da Cruz é uma aldeia ativa com uma praia de areia preta, falésias costeiras impressionantes e o Engenho do Norte — uma das últimas destilarias de rum de cana-de-açúcar em funcionamento na Madeira. Se visitar durante a época da colheita (abril-maio), poderá ver as máquinas antigas a prensar cana-de-açúcar fresca. A vila tem um ambiente autêntico e tranquilo — os habitantes locais ainda pescam, as crianças brincam na praia e os turistas são bem-vindos, mas não são o centro das atenções.
- Ponta de São Lourenço — A ponta oriental selvagem da Madeira Guarde energia para o final: Ponta de São Lourenço, a península mais oriental da Madeira. É aqui que a ilha termina — e não se parece em nada com o resto da Madeira. Em vez de florestas verdes, encontra paisagens áridas, vulcânicas, semelhantes às de Marte. Cumes acentuados caem em baías turquesa. O trilho para caminhadas PR8 (7 km ida e volta, 2-3 horas) segue a cordilheira com vistas de tirar o fôlego em ambos os lados. É ventoso, exposto e absolutamente deslumbrante. Curiosidade: Star Wars filmou cenas aqui por causa das paisagens alienígenas e sobrenaturais. Quando estiver nessas cordilheiras com o vento a soprar à sua volta, vai entender porquê.
- Opção ao pôr do sol: Cristo Rei e Miradouro das Neves Se tiver planeado bem o seu dia, poderá apreciar o pôr do sol no miradouro do Cristo Rei ou no Miradouro das Neves, no caminho de volta para o Funchal. Ambos oferecem uma bela luz dourada sobre as montanhas e a costa — uma forma tranquila de terminar o seu dia na zona leste.

